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Maternidade como propósito de vida

Cada vez mais as pessoas têm se questionado sobre ter uma vida com propósito. Em grande parte das vezes, ele ainda é associado à carreira profissional, mas vai muito além disso. O propósito é a nossa contribuição para o mundo, a nossa missão de vida. Ela pode sim estar relacionada ao trabalho, mas também pode ser sobre relacionamentos amorosos, construções pessoais, família, saúde, e até mesmo a respeito da maternidade.

Todas as incertezas que acontecem antes, durante e depois da maternidade são um divisor de águas na vida de um ser humano. Ela pode trazer diversas revelações e te aproximar do seu propósito de vida. Isso não significa que todas as mulheres devem ser mães, mas que todas devem utilizar a força interior para nutrir boas relações e se aproximar de suas missões.

Maternidade: uma vida com propósito e propósito de vida

O que é ter uma vida com propósito na maternidade?

Segundo a autora Susan Meril no livro “The Passionate Mom”, as mulheres devem responder a três perguntas com clareza para definir o propósito que a maternidade terá em sua vida:

1- Quais são suas principais crenças?

2- Qual é o seu objetivo para seus filhos?

3- Qual é o seu propósito como mãe e como você vai trabalhar para alcançar seu objetivo?

Antes de decidir ser mãe, as mulheres costumam se questionar acerca da liberdade que será perdida e de como a sua vida profissional irá mudar. Devido a questões históricas, a criação do filho geralmente recai sobre a mulher, e isso a preocupa muito. Ter um filho significa mudar radicalmente o seu estilo de vida. Por isso, é importante preparar o psicológico diante dessas modificações e não abaixar a cabeça para o novo desafio: aproveite para se autoconhecer e crescer ainda mais profissionalmente. Neste ponto, você pode contar com a ajuda da JDO Consultoria

Aliás, muitas das soft skills mais desejadas no mercado de trabalho podem ser desenvolvidas durante a maternidade, tais como a empatia, a inteligência emocional, a sensibilidade, a flexibilidade e a negociação. Muitas mulheres relatam que a maternidade as deixa mais centradas, decididas e melhora a capacidade de atuar em várias frentes simultaneamente.

Quando trazemos ao mundo outro ser humano, temos acesso a um portal de consciência. Com a maternidade, as mulheres acessam a força criativa feminina e se transformam drasticamente, se conectando com si mesmas e recriando suas próprias vidas.

A maternidade faz as mulheres relembrarem o período de sua infância, fato que pode ser extremamente doloroso. Ela se conecta tão fortemente com o filho que ambos compartilham sentimentos e emoções. As mães acessam lembranças de dor, rejeição e repressão que nem lembravam que tinham vivenciado. Esse processo é fundamental para relembrarem o seu propósito e como eram antes desses choques, conseguindo enxergar a espontaneidade e a força que ainda existem dentro de si.

Uma criança cria sonhos e planos para o futuro. Com o passar dos anos, esses sonhos vão se perdendo e se tornam cada vez mais fracos. Na vida adulta, com tantos julgamentos e problemas, a maioria das pessoas deixa de sonhar e passa a viver uma vida monótona. Assim, a criança pode ser uma excelente solução para a mãe reencontrar partes perdidas do seu “eu”, para tomar consciência de quem foi enquanto criança e se reconectar com seu propósito, mesmo que ele seja a maternidade.

5 dicas para serem praticadas durante a maternidade

Apesar desse momento ser mágico para as mulheres se conectarem com elas mesmas, a maternidade também gera estresse, desconfiança e diversos desconfortos. Veja abaixo 5 dicas para ajudar as mães a aliviarem a tensão:

1. Praticar exercícios físicos

É comprovado cientificamente que se exercitar é uma das melhores formas para aliviar o estresse. Tire um tempo para você e faça uma caminhada, corrida, dança, hidroginástica, ou o que preferir! Essa ação aumenta o fluxo de sangue para o cérebro, reduz a pressão arterial, elimina tensões musculares e aumenta os níveis de endorfina.

2. Meditar

Deite de forma confortável, se imagine em um lugar tranquilo e tente estabelecer alguma relação entre a sua respiração e o local que você imaginou, seja o mar, as montanhas ou um deserto. Essa dica promove o relaxamento do corpo e a dispersão da mente.

3. Escrever

Colocar as emoções para fora é muito importante. Escrever é uma ótima terapia, clareia a mente e ajuda na organização dos pensamentos. Tenha o seu próprio diário e desabafe! Frases soltas, textos grandes, poesias, cartas, tanto faz! O que importa é utilizar a escrita para acompanhar seus comportamentos e registrar a sua evolução.

4. Extravasar

Na maternidade, é comum que as pessoas se afastem dos amigos, mas não deixe isso acontecer! Saia para cantar, pular, gritar e dançar. Caso você não tenha com quem deixar o seu filho, envolva ele nas brincadeiras. Conte piadas, aposte uma corrida ou brinque de mímica. O importante é se divertir.

5. Ter suporte

É realmente muito difícil cuidar da casa, do filho e trabalhar. Por isso, tenha alguém para dividir as responsabilidades, seja um companheiro, seus pais, irmãos, uma babá ou amigos. Nos primeiros meses, as mães passam grande parte do tempo suprindo as necessidades do filho, o que demanda energia física e emocional. Por isso, não se deixe sobrecarregar e aceite ajuda.

Indicações para saber mais sobre propósito de vida

Para finalizar, gostaríamos de deixar duas recomendações para você entender um pouco mais sobre propósito de vida e se conectar consigo mesmo. O primeiro é o livro “Uma vida com propósitos”, do pastor Rick Warren. O livro de 400 páginas custa, em média, R$ 24,90 e explica que você não está aqui por acaso, ressaltando os 5 propósitos de Deus para a vida humana.A segunda indicação é para o filme “Uma vida com propósito”, de 2016, recomendado para maiores de 14 anos. O longa-metragem conta a história de Rachel Joy Scott, estudante do Columbine High School, convicta da existência de Deus. A menina sofria bullying por causa da crença e foi a primeira a ser assassinada no massacre que ocorreu em sua escola. O filme nos faz repensar sobre as atitudes intolerantes do ser humano e refletir sobre a importância de aproveitar o tempo que temos.

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